terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Universidad de Alcalá convida:

A Universidad de Alcalá, com quem a Escola Paulista de Negócios mantém parcerias e onde realiza módulos de internacionalização de carreira para seus alunos, convida para evento sobre o pensamento econômico de Celso Furtado. 

O evento coordenado pelo Centro Internacional de Formación Financiera - CIFF acontecerá em fevereiro na cidade de Madri. 

Em breve divulgaremos mais informações. Vá se preparando!


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

COP 20: Negociações acabam em texto com várias debilidades.




O governo brasileiro considera fraco o atual texto negociado entre os países na Conferência do Clima das Nações Unidas, a COP 20, para a obtenção de um novo acordo mundial contra as mudanças climáticas. As discussões devem entrar a madrugada de sábado (13). O horário previsto para o encerramento era 18h, 21h no horário de Brasília, desta sexta (12).

Segundo o embaixador José Antonio Marcondes, que lidera a equipe de diplomatas do Itamaraty em Lima, no Peru, o documento atual "tem debilidades que precisam ser resolvidas". Caso contrário, na opinião dele, o resultado que sairá da COP peruana colocará em xeque a criação de um novo tratado global para o clima.

O futuro "protocolo, instrumento legal ou resultado acordado com força legal" quer obrigar todos os países a realizarem ações contra o aumento da temperatura no planeta. Ele terá que ser assinado em 2015 para entrar em vigor a partir de 2020.
De acordo com Marcondes, o que se conseguiu até agora é fraco, sem ambição e não diferencia de forma correta a responsabilidade dos países para cortar as emissões de gases-estufa -- que em grande quantidade aquecem mais que o normal o planeta e podem provocar desastres naturais como enchentes, secas e degelo das calotas.

Cinco gargalos

Ele dividiu os problemas em cinco pontos. O primeiro é que falta ambição ao texto sobre como o aumento da temperatura global será freado em 2ºC até o final do século. O segundo ponto, de acordo com o embaixador, é que não há clareza de como cortar as emissões até 2020.
A ausência de definições sobre o que deve ser feito nas áreas de mitigação (corte de emissões), adaptação, transferência de tecnologia, finanças, capacitação de pessoas e transparência de ação e apoio a países vulneráveis é o terceiro ponto problemático do documento.
O quarto é que o texto “desaparece” com o princípio das “responsabilidades comuns, porém diferenciadas”, motivo de briga entre os blocos de países ricos e os em desenvolvimento. Na prática, ele obriga nações que mais emitiram historicamente a fazer mais pelo clima. No entanto, os países desenvolvidos não acham justo que governos emergentes como China, Brasil e Índia, grandes poluidores atualmente, não cumpram as mesmas regras.
O quinto ponto é que não pode haver retrocessos na Convenção do Clima, ou seja, extinguir as obrigações que existem atualmente, como o Protocolo de Kyoto, que obriga nações ricas a reduzir a poluição nacional por força de lei.

Legalmente vinculante?

Um outro entrave na negociação é sobre a necessidade dos países serem obrigados a cumprir o novo acordo. Em 2012, na África do Sul, todos concordaram que seria criado um instrumento legalmente vinculante (de cumprimento obrigatório). Porém, os Estados Unidos articulam para que o novo regime climático não receba esse título.
O motivo é que a maior potência econômica mundial, e um dos dois maiores emissores de poluentes, com a China, teme que o Congresso americano, de maioria Republicana (o governo de Barack Obama é do partido Democrata) barre sua participação no acordo.
O assunto deve ter uma conclusão apenas no ano que vem, quando ocorrerão quatro outras rodadas de negociação. A primeira será em fevereiro, em Genebra, e a última em Paris, na COP 21, quando os países firmarão o novo convênio.
A previsão é que das conversas multilaterais de Lima saiam a aprovação de uma metodologia para elaboração das Contribuições Intencionais Nacionais Determinadas (INDCs, na sigla em inglês), ações a serem cumpridas por cada país pós-2020, quando o novo tratado climático entrar em vigor, o texto-base com os elementos desse tratado e o que terá de ser feito entre 2015 e 2020 para conter a poluição no planeta.
Ao longo da semana, o presidente da conferência, o ministro do Meio Ambiente peruano Manuel Pulgar, brincou por diversas vezes que as 18h de sexta, todos os negociadores estariam se abraçando e brindando com pisco, bebida típica do país, os resultados da negociação. Não foi o que aconteceu.


Materia publicada originalmente em http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2014/12



terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Tupã

Publicado na Folha de São Paulo por Fernanda Torres

Durante a filmagem de "Tarzan e o Menino da Selva", a intimidade com que Chita encarava os atores assombrou José Lewgoy. É que para ela, explicou o treinador, não há diferença entre um chimpanzé e o resto do casting. 
O episódio corrobora com a perspectiva ameríndia de Eduardo Viveiros de Castro. Nela, o sentido de humanidade não pertence ao homem, mas aos seres vivos. 
O Ocidente, segundo o antropólogo, segue a trindade de Cristo, Kant e Descartes, para quem o homem corria dois grandes perigos: negar a existência de Deus e acreditar que todo animal tem alma. 
A razão diferenciava os humanos dos animais. Mas para um índio, pelo contrário, o traço de união entre as espécies é justamente a humanidade, não a animalidade. 
A onça é gente para a onça, que vê o homem como porco. O porco é gente para o porco, que vê o homem como onça. A natureza muda conforme o ponto de vista e todos, sem distinção, são sujeitos da própria necessidade. 
Mas a onça, o homem e o porco não podem se ver como gente ao mesmo tempo. Alguém tem que servir de pasto. O índio, esclarece o pesquisador, tem enorme respeito pela alteridade e nenhum pela autoridade. 
Tidas como primitivas, coube às nações indígenas formular um raciocínio bem mais complexo do que a visão autocentrada que os civilizados têm de si mesmos. 
Viveiros defende que a antropologia, hoje, exerce um papel tão importante quanto o da física para o Renascimento. Dessa vez, em lugar da Terra, é o homem que deve ser tirado do centro do universo. 
Para um nativo, o maior inimigo dos vivos são os mortos. É contra aqueles que não têm corpo, e que, portanto, não são diferentes de nós, que devemos lutar. Entidades abdutoras, os mortos costumam atacar os que se veem a sós, na floresta, longe de seus companheiros. 
Se um espírito invejoso –na forma de mãe, pai, animal ou planta– te dirigir a palavra, advertem os sábios, não responda. Grite que é gente e o fantasma desaparecerá. Caso contrário, você reconhecerá nele a condição de sujeito, perderá a sua e estará condenado à captura e à morte. 
Viveiros, que não é dado a contatos com o além, associa essa sensação de desproteção diante do sobrenatural ao medo que sente quando é interpelado pela polícia. Todos são iguais perante o Estado, observa, não há parentesco que te dê garantias, em especial, se você é preto e pobre. 
O Estado é a sobrenatureza. 
A correlação ajuda a explicar a sua aversão às ambições governistas de direita e de esquerda. Os plano de desenvolvimento dos militares para a Amazônia, diz ele, não diferem do genocídio perpetuado pelo governo democrático de hoje. 
Há um desrespeito generalizado pelos que não se encaixam na cadeia produtiva; a engrenagem que resultou numa sociedade escravizada pelo trabalho, produtora de lixo, em vias de exaurir os recursos naturais do planeta. 
Ruralistas e trabalhistas, capitalistas e comunistas, do Executivo e do Legislativo, defendem o crescimento e a geração de empregos. Não há como parar as máquinas. O bonde do progresso só funciona andando. 
Em São Paulo, 2 milhões de pessoas se aboletam nas nascentes dos rios, outros tantos ganham a vida na indústria automobilística, bilhões de chineses comem soja do Mato Grosso e o pré-sal financiará a saúde e a educação. 
Com a derrota de Marina Silva, a ecologia sumiu da pauta nessas eleições, enquanto as queimadas batem recordes. 
Na mesma semana em que definimos o pleito, o biogeoquímico Antonio Nobre, do Inpe, divulgou o resultado dos estudos sobre a bomba d'água amazônica. O desmatamento no Norte e no Centro-Oeste estaria interrompendo o fluxo dos rios de vento, responsáveis pelas chuvas no Sudeste. 
É preciso barrar as motosserras e promover o replantio imediato, ou a vingança de Tupã transformará o sul maravilha em sertão. 
Pior que mortos, somos mortos-vivos movidos a diesel. Sem termos como voltar a ser índios e nem como continuar brancos, esperamos que a providência divina promova milagres na Cantareira. 
Enquanto escrevo, admiro pela janela a maior floresta urbana do mundo, resultado do decreto de Dom Pedro 2º, firmado em 1861, que ordenou o replantio do maciço da Tijuca, devastado pelas monoculturas de cana e café. 
Manda ressuscitar o monarca! 


Fernanda Torres

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Alunos do curso de Eng de Segurança indicam: "Senhores Pasaageiros..."

"Senhores passageiros, sejam bem-vindos. Em nome da SincereAir, a companhia aérea que só fala a verdade, peço sua atenção para algumas instruções de segurança. Primeiramente, gostaríamos de parabenizar os passageiros que estão sentados no fundo da aeronave - em caso de emergência, sua chance de sobreviver será bem maior. Durante a decolagem, o encosto de sua poltrona deverá ser mantido na posição vertical. Isso porque, em nossa nova e moderna frota de aeronaves, as poltronas da classe econômica são tão apertadas que impedem a evacuação da aeronave em caso de emergência. Na verdade, se a segurança fosse nossa maior prioridade, colocaríamos todos os assentos virados para trás. Metade do ar dentro da cabine é reciclado, o que nos ajuda a economizar combustível. Isso poderá reduzir a taxa de oxigênio no seu sangue, mas não costuma ser perigoso - e geralmente causa uma agradável sonolência. Mantenha o cinto de segurança afivelado durante todo o voo - ou você poderá ser vítima de turbulência, que é inofensiva para a aeronave, mas mata 25 passageiros por ano. Lembramos também que o assento de sua poltrona é flutuante. Não que isso tenha muita importância: a probabilidade de sobreviver a um pouso na água com um avião grande é mínima (geralmente a aeronave explode ao bater na água). Obrigada por terem escolhido a SincereAir, e tenham todos uma ótima viagem!"




sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Palestra "Privacidade no mundo interconectado"





Os professores do MBA em Gestão Empresarial indicam a palestra 
“Privacidade no mundo interconectado”, proferida pela 
Dra. Piedade Costa de Oliveira, jurista da União Européia

dia 26 de Novembro, às 19 hs.
No LASSU-PCS-EPUSP

Piedade Costa de Oliveira atua desde 2000 no Serviço Jurídico da Comissão Europeia, 
prestando assessoramento jurídico em assuntos institucionais, relações inter institucionais, 
transparência e acesso a documentos, proteção de dados pessoais, regulamentação 
das questões de segurança da informação. Sua experiência inclui atuação no 
Conselho da União Européia e Comissão Européia, em Bruxelas, 
Instituto Europeu de Marcas e Desenhos, na Espanha.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Fórum de Perícias – 19/11/2014 


Palestra:  Ação de Reparação de Danos após cessação de contrato de distribuição de longa duração (40 anos) 
Data: Quarta-feira, dia 19/11/2014
Horário: 18h30
Entrada: 1 Lata de Leite em Pó
Palestrante: Economista Pedro Afonso Gomes
LOCAL: Rua Líbero Badaró, 425 – 14º andar 

Auditório do Corecon-SP



Prof. Pedro Afonso

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Republica do Brasil






Considerado o marco da passagem do Brasil entre os séculos XIX e XX, o período republicano traz um ampliado leque de informações e debates históricos. Da República da Espada  aos dias atuais a república no Brasil viveu as consequências de uma ordem política por vezes democrática, em outras excludente. Se viu, ainda, representada por suas revoltas e por período de instalação da democracia no país. 

Os períodos dos diversos governos experimentados até os dias atuais, podem ser divididos em:

República Velha (1889-1930)



Estado Novo - Era Vargas



República Populista (1945-1964)



Governos Militares



Brasil Atual


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Lembramos que você fala e a EPN publica

Lembramos aos nosso alunos que a EPN quer estabelecer contato com vocês. 
Através do programa "Você fala e a EPN publica", você deixe suas críticas, sugestões e opiniões em nosso blog e toda semana sortearemos uma pessoa para ter sua frase ou texto publicada em todos os nossos canais de comunicação.
Nosso objetivo é que você conheça e comece a utilizar nossas mídias digitais com muito mais funcionalidade para você.
O resultado do sorteio será divulgado sempre no último dia do mês e o sortudo ganhador poderá pegar seu prêmio na secretaria da Pós- Graduação.
Esperamos sua participação e escreva pra gente o quanto quiser!!!

Acompanhe através de nosso blog www.epnpos.blogspt.com; twitter www.twitter.com/epnpos ou facebook www.facebook.com.br/epnpos


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Nem tudo é o que parece




Quando tudo nos parece dar errado
Acontecem coisas boas
Que não teriam acontecido
Se tudo tivesse dado certo. 
(Renato Ruso)

A Escola Paulista de Negócios realizará em janeiro de 2015 o 
I Seminário sobre Metodologia e Subjetividade. Fique atento.

domingo, 2 de novembro de 2014

Otimização do Processo de Pesquisa e Segmentação de Mercado aplicado à Inteligência Competitiva

Nossos professores de Gestão indicam o evento que tratará sobre como implementar processos e ferramentas de pesquisa de mercado e de inteligência. Tais ferramentas visam a gerar recomendações eficazes à tomada de decisões estratégicas e táticas em sua empresa.


      4 a 5 de novembro de 2014 - 08:40 as 18:00hs
          Golden Tulip Park Plaza Hotel Al Lorena, 360 – Jardins 
São Paulo – SP


PROGRAMA

1. Conceitos e fundamentos da Pesquisa de Mercado

A função da pesquisa na tomada de decisões executivas
Definições e conceitos-chave
Classificação dos modelos de pesquisa de mercado
O papel da pesquisa e da segmentação no Sistema de Inteligência de Mercado (SIM)
Aplicações da pesquisa de mercado

2. Processo e Técnicas de Pesquisa de Mercado

Criação de um projeto de pesquisa:
Origem do problema de pesquisa no SIM
Definição de uma abordagem
Processo de pesquisa:
Formulação da problemática
Planejamento da pesquisa
Execução da pesquisa
Compilação dos dados
Análise dos dados
Comunicação dos resultados
Tipos de pesquisa: objetivos, características e métodos
Pesquisa exploratória
Pesquisas conclusivas:
Pesquisa descritiva
Pesquisa causal

3. Coleta de Dados

Natureza dos dados
Tipos de coleta
Dados secundários e bancos de dados: vantagens e limitações
Pesquisa qualitativa:
A natureza da pesquisa qualitativa
Metodologias da pesquisa qualitativa
Pesquisa por survey:
Tipos e métodos de surveys
Tipos de erros da pesquisa por survey
Dados primários:
Por observação
Por experimentação
Desenvolvimento e aspectos chaves de um plano de amostragem
Elaboração de escalas e questionários
Estruturação da coleta:
Parametrização
Escolha das fontes ideais e alternativas
Avaliação da qualidade das fontes
Gerenciamento da informação com sistemas complementares ao SIM

4. Análise das Informações

O processo de transformação das informações em Inteligência
Modelos analíticos qualitativos e quantitativos
Procedimento de análise de dados
Validação e edição
Codificação
Transcrição
Limpeza de dados
Tabulação e análise estatística
Interpretação e recomendações estratégicas
Tipos de análise:
Descritivos
Inferenciais
Exemplos e aplicação de técnicas analíticas

5. Disseminação e Uso dos Resultados de Pesquisa

Diretrizes para a criação de relatórios de pesquisa
Apresentação gráfica dos resultados
Apresentação pessoal e pela Internet
Follow-up da pesquisa
Utilização eficaz das informações de pesquisa
Gerenciamento do processo de pesquisa
Noção de ética na pesquisa

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Microsoft deixa de vender Windows 7 aos fabricantes



Hoje, 31 de outubro, é uma data que os fabricantes de computadores marcaram em vermelho no calendário há algum tempo. O motivo é que a partir desse dia a Microsoft vai deixar de vender licencas do Windows 7 para tratar de revigorar assim as vendas de Windows 8.1, que está sendo freada pela adoção da bem sucedida trajetória de seu predecessor.

De 1º de novembro em diante, portanto, HP, Lenovo, Dell, Asus, Toshiba ou Acer não poderão comprar novas licenças do Windows 7 para os equipamentos destinados ao mercado doméstico. De outra forma, os computadores vendidos diretamente a empresas poderão seguir usando a edição profissional deste sistema operacional.

Esta decisão da Microsoft, ainda que bem conhecida na indústria há mais de um ano, gerou controvérsia já que os fabricantes consideram que em um momento como o atual, no qual parece que está próxima uma recuperação nas vendas de computadores após um quinqüênio de crise, é negativo que se negue aos consumidores a opção de comprar um computador com Windows 7.

Seja como for, no que resta de ano ainda será possível adiquirir computadores com este sistema operacional, já que os vendedores acumularam licenças por saberem que a partir de 31 de outubro não poderiam conseguir mais. Quantas têm, a percentagem das mesmas que estão dispostos a comercializar é uma incógnita absoluta.

A estratégia da Microsoft é não deixar que o Seven se torne outro Win XP e caia no gosto popular ad infinitum. Assim começa a aposentar o Seven para dar fôlego ao Windows 8.1 e já sugerir o 10.




quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Alunos de Gestão Ambiental lembram a campanha:



Desmatamento Zero


A extensão da floresta amazônica abrange, além dos estados brasileiros do Acre, Amapá, Pará, Roraima, Rondônia, Amazonas, Tocantins, Maranhão, área do Mato Grosso, outros países da América do Sul, como: Venezuela, Guianas, Suriname, Bolívia, Colômbia, Peru e Equador.

Sua biodiversidade é muito grande, com espécies animais, vegetais e minerais que formam um ecossistema autossutentável. Pesquisas calculam que em suas riquezas existam cerca de cinco milhões de espécies de plantas, mil e cem espécies de aves; duzentas e cinquenta, de mamíferos; e duas mil, de peixes.

Atualmente, os problemas mais sérios que a Amazônia vem sofrendo são os desmatamentos de suas árvores para o contrabando de madeiras; a caça e a pesca, predatórias, que tem causado a extinção de várias espécies animais; e as disputas de terra.

Por isso pessoas influentes, artistas e organizações como Greenpeace, World Wide Fund for Nature, dentre outras,têm lutado para a preservação da floresta amazônica, através da coleta de assinaturas para que seja feita modificação na Constituição Federal do país, no que diz respeito à preservação da floresta. Através do projeto “Amazônia para Sempre”, buscam junto aos nossos governantes “a interrupção imediata do desmatamento da floresta amazônica.” 

Você também pode participar!




terça-feira, 28 de outubro de 2014

Porque se comemora o Dia 28 de Outubro como o Dia do Servidor Público

No dia 28 de outubro comemora-se o dia do funcionário público. A data foi instituída no governo do presidente Getúlio Vargas, através da criação do Conselho Federal do Serviço Público Civil, em 1937.

Em 1938 foi fundado o Departamento Administrativo do Serviço Público do Brasil, onde esse tipo de serviço passou a ser mais utilizado.

As leis que regem os direitos e deveres dos funcionários que prestam serviços públicos estão no decreto nº 1.713, de 28 de outubro de 1939, motivo pelo qual é o dia da comemoração desse profissional.

Em 11 de dezembro de 1990, foi publicado o novo Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, a Lei nº8112, alterando várias disposições da antiga lei, porém os direitos e deveres desses servidores estão definidos e estabelecidos na Constituição Federal do Brasil, além dos estatutos das entidades em que trabalham.

Os serviços públicos estão divididos em classes hierárquicas, de acordo com os órgãos dos governos, que podem ser municipais, estaduais ou federais. Os serviços prestados podem ser de várias áreas de atuação, como da justiça, saúde, segurança, etc.

Para ser servidor público é preciso participar de concursos e ser aprovado no mesmo, garantindo assim a vaga enquanto profissional. O bom desse tipo de trabalho é que o servidor tem estabilidade, não pode ser dispensado de suas funções. Somente em casos extremos, em que se comprove a falta de idoneidade de um funcionário público, é que o mesmo é afastado de seu cargo.

Os salários dos funcionários públicos são pagos pelos cofres públicos, dependendo da localidade. Se for municipal, são pagos pelas prefeituras; se estadual, pelos governos estaduais; e se federal, pagos pelos cofres da União.

Os servidores públicos devem ser prestativos e educados, pois trabalham para atender a população civil de uma localidade. É comum vermos pessoas reclamarem dos serviços públicos, da falta de recursos dos mesmos, falta de profissionais para prestar os devidos atendimentos ou até mesmo por estes serem mal educados e ríspidos com a população. É bom enfatizar que esses profissionais lidam com o que é público, ou seja, aquilo que é de todas as pessoas. Portanto, ganham para prestar serviços a toda comunidade.


Por Jussara de Barros
Equipe Brasil Escola
fonte: http://www.assufrgs.org.br/



terça-feira, 14 de outubro de 2014

15 de outubro: Dia do Professor

Homenageamos nossos docentes que com seu trabalho e talento constroem a 
Escola Paulista de Negócios

"Feliz aquele que transfere o que sabe, e aprende o que ensina" (Cora Coralina)


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Viver ou Juntar dinheiro?

Max Gehringer

Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.

Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante.


Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.

Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.

Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?

Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.

Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Alunos dos nossos cursos de Educação indicam a divulgação de FRASES...

...por PAULO FREIRE


“Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.”

"Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade."

"Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo; se não é possível mudá-lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas falar de minha utopia, mas participar de práticas com ela coerentes."

"A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria."

"Amar é um ato de coragem."

sábado, 4 de outubro de 2014

Você fala e a EPN publica

A EPN quer estabelecer um novo canal de contato com você, através do programa "Você fala e a EPN publica". Deixe suas críticas, sugestões e opiniões em nosso blog e toda semana sortearemos uma pessoa para ter sua frase ou texto publicada em todos os nossos canais de comunicação.
Nosso objetivo é que você conheça e comece a utilizar nossas mídias digitais com muito mais funcionalidade para você.
No primeiro mês sortearemos entre os participantes o livro Tópicos de Economia dos professores Dirceu Raiser e Ronaldo Rangel.
O resultado do sorteio será divulgado no dia 31 de outubro e o sortudo ganhador poderá pegar seu prêmio na secretaria da Pós- Graduação.
Esperamos sua participação e escreva pra gente o quanto quiser!!!
Acompanhe através de nosso blog www.epnpos.blogspt.com; twitter www.twitter.com/epnpos ou facebook www.facebook.com.br/epnpos

Estamos juntos...

.... na campanha para prevenir o câncer de mama


quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Diretor da Escola Paulista de Negócios divulga Pós-MBA em Gestão Avançada de Negócios

Em entrevista para a rádio CBN no Paraná, o prof. Dirceu Raiser, diretor da Escola Paulista de Negócios divulgou o Pós-MBA em Gestão Avançada de Negócios que terá sua primeira turma em Fóz do Iguaçu iniciando na última semana de outubro.


terça-feira, 23 de setembro de 2014

Cúpula do Clima




O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, convocou a Cúpula do Clima para engajar os líderes mundiais no avanço da agenda climática. A Cúpula servirá como uma plataforma pública para que os líderes mundiais – Estados-membros da ONU, setor privado, sociedade civil e líderes locais dos setores público e privado – mostrem o que estão fazendo e possam compartilhar os passos que irão tomar nas áreas mais críticas para que a temperatura do mundo suba menos de 2 graus Celsius.
O evento focará nas ações e soluções adotadas por governos trabalhando sozinhos ou em conjunto com uma variedade de atores do setor privado e da sociedade civil para acelerar a redução das emissões e reforçar as resiliências nacionais em áreas como energia; poluentes climáticos de curta duração; cidades e transporte; agricultura e silvicultura sustentável; adaptação e redução de riscos de desastres; e financiamento climático.
A Cúpula não faz parte do processo de negociação da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), mas pretende promover ações nesta área – um ano antes do acordo que será alcançado em Paris – e 
pretende mostrar que líderes de todos os setores e em todos os níveis estão tomando medidas para reduzir os fatores que provocam as mudanças climáticas.
O encontro terá um formato diferente: seu foco estará nas ações tangíveis. Após uma sessão de abertura, os chefes de estado e de governo terão a oportunidade de anunciar novas ações que estejam implementando em nível nacional, especialmente nas áreas de financiamento; eficiência energética; energias renováveis; adaptação; redução do risco de desastres e resiliência; florestas; agricultura; transporte; poluentes climáticos de curta duração; e cidades.
Também haverá Sessões da Plataforma de Ação para anunciar novas iniciativas em áreas críticas em que os governos, empresas e organizações da sociedade civil estejam se unindo para encontrar soluções. As discussões sobre políticas e práticas sobre a ação climática acontecerão durante Sessões Temáticas.
Como resultado serão apresentados os anúncios feitos pelos líderes do governo, setor privado e da sociedade civil sobre as ações que serão tomadas para enfrentar as mudanças climáticas. O secretário-geral apresentará estas iniciativas na conclusão da Cúpula.


Fonte: ONU - escritório brasileiro

domingo, 14 de setembro de 2014

Nova Diretoria da ANPAD

A ANPAD - Associação Nacional de Pós-Graduação em Administração anuncia sua nova Diretoria eleita em Assembléia realizada dia 14/09/2014, para o biênio 2015-2016 é composta por:

Diretor Presidente - Prof. Tomas de Aquino Guimarães - UNB
Diretor Científico - Prof. Ely Laureano Paiva - FGV-SP
Diretor Administrativo-Financeiro - Profa. Rosilene Marcon - UNIVALI
Diretor de Comunicação e Publicações - Prof. Rogério Hermida Quintella - UFB
Diretor de Relações Internacionais - Prof. Antônio Moreira de Carvalho Neto - PUC-MG

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

11 de setembro: um dia para não esquecer

Foi num dia 11 de setembro, como hoje, que o golpe militar deflagrado pelo general Pinochet derrubou o presidente eleito Salvador Allende, dando início à mais sanguinária e assassina ditadura na história da América Latina, que deixou milhares de mortos. Quarenta e um anos depois, o Chile é uma democracia exemplar.
Foi também num dia 11 de setembro que um ataque terrorista contra os Estados Unidos derrubou as Torres Gêmeas, em Nova York, matando mais de 3 mil pessoas e causando prejuízos de 10 bilhões de dólares. O atentado levou o  então presidente George W. Bush a lançar uma guerra "contra o terrorismo". Pois nesta quinta-feira do inverno quente de setembro de 2014 no Brasil, treze anos depois, os jornais nos informam que o atual presidente americano, Barack Obama, anunciou que vai bombardear a Síria, com o objetivo de "destruir de forma definitiva" o Estado Islâmico.
É um dia para nunca se esquecer



Texto do jornalista Ricardo Kotscho, ver artigo completo em http://noticias.r7.com/blogs/ricardo-kotscho

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

I CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - CONEDU

Nossos professores do curso de Didática divulgam:

O CONEDU visa promover ações de caráter inovador e tecnológico incentivando a produção acadêmica para a melhoria da qualidade da educação básica e superior no Brasil. O evento oportuniza discussões que valorizam as práticas de profissionais da Educação aproximando, cada vez mais, a universidade da escola de educação básica para a produção de conhecimentos e demandas formativas.
O evento envolve diferentes áreas do conhecimento sendo organizado em atividades que fomentam o debate sobre as temáticas envolvidas. No que se refere à programação a mesma foi delineada de modo a possibilitar uma ampla participação nas atividades propostas (conferência, palestras, minicursos, sessões de comunicação oral e pôster, atividades culturais) bem como os profissionais convidados contemplam a temática do evento e a atualidade do campo educacional. Destaca-se que a temática do evento representa o expressivo interesse para discussões relevantes que extrapolem as dicotomias entre a teoria e a prática e que estejam voltadas para os novos direcionamentos da ação docente.

CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - CONEDU
18 a 20 de setembro de 2014
Local: Centro de Convenções Raymundo Asfora - Garden Hotel
Campina Grande - PB

Áreas Temáticas:
FORMAÇÃO DE PROFESSORES
MOVIMENTOS SOCIAIS, SUJEITOS E PROCESSOS EDUCATIVOS
DIDÁTICA, CURRÍCULO E POLÍTICA EDUCACIONAL
LINGUAGENS, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO
HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO
EDUCAÇÃO ESPECIAL
EDUCAÇÃO DE PESSOAS JOVENS E ADULTAS
EDUCAÇÃO MATEMÁTICA
EDUCAÇÃO E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
GÊNERO, SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO
POPULARIZAÇÃO DA CIÊNCIA
INCLUSÃO, DIREITOS HUMANOS E INTERCULTURALIDADE
ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Confira matéria do Valor Econômico: Faculdades privadas pequenas e médias estão em risco, diz estudo

Por Andrea Jubé | VALOR ECONÔMICO
Um diagnóstico das pequenas e médias instituições de ensino superior particulares coloca em xeque a sobrevivência desse setor, que representa 67% de todo o mercado universitário privado no país, com 1 milhão de alunos. Estudo patrocinado pela Associação Brasileira das Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) em parceria com os institutos Expertise e PHD mostra que as pequenas e médias faculdades agonizam quando comparadas com grandes grupos do setor e universidades públicas.
Entre 2008 e 2012, enquanto o total geral de instituições de ensino superior cresceu 5%, as unidades com menos de 3 mil alunos - que somam 1.419 unidades num universo de 2.416 instituições - encolheram 8%. As pequenas e médias particulares também perderam matrículas, enquanto universidades públicas e privadas e centros universitários registraram avanço. Além disso, elas estão atrás em termos de qualidade, de acordo com indicadores oficiais do Ministério da Educação (MEC).
O diagnóstico encomendado pela Abmes, que levantou informações em 174 instituições conforme localização e número de alunos, aponta que são necessárias mudanças no modelo de regulação e supervisão da qualidade de ensino e estrutura oferecida, que hoje não diferencia as instituições por porte ou categoria (universidade, centro universitário ou faculdade). Basicamente, os representantes do setor reivindicam que o governo "avalie os desiguais em igualdade de condições" - que instituições diferentes não sejam avaliadas com base nos mesmo critérios.
O Valor apurou que o diagnóstico chegou às mãos do Ministro da Educação, José Henrique Paim, e do secretário-executivo do MEC, Luiz Cláudio Costa, que até o ano passado era secretário de Ensino Superior da pasta. Eles comandaram nas últimas semanas reuniões internas sobre o assunto. A Abmes espera que o governo indique novas diretrizes para o setor já no próximo mês.
A expectativa do setor, a partir de informações reportadas às mantenedoras das instituições de ensino, é que o MEC possa rever os critérios e mecanismos de avaliação do ensino superior no Brasil. Atualmente a regulação do ensino superior brasileiro, público e privado, é feita pelo com base no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e um conjunto de regras estabelecido pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
"O MEC simplesmente pega a nota do Enade, transforma em um conceito preliminar e com esse resultado, diz que A tem qualidade, e B não tem", opina o diretor-executivo da Abmes, Sólon Caldas. A alegação principal é de que o MEC adota um critério reducionista, em vez de aplicar inteiramente a Lei do Sinaes, que recomenda uma visão integrada na avaliação das instituições.
Considerado componente curricular obrigatório, o Enade é aplicado periodicamente aos estudantes de graduação no primeiro e no último ano dos cursos. A nota nesse exame, não vinculada diretamente ao aluno, serve de base para gerar dois indicadores de qualidades dos programas acadêmicos: o Conceito Preliminar de Curso (CPC) e o Índice Geral de Cursos Avaliados (IGC). O MEC pode suspender o funcionamento de instituições e cursos se o desempenho no CPC e no IGC for ruim.
O resultado do Enade de 2009, 2010 e 2011 mostrou que 37,7% das pequenas e médias faculdades privadas são consideradas insatisfatórias, 53,6% têm desempenho satisfatório e apenas 7,5% têm excelência reconhecida.
O documento da Abmes afirma, entretanto, que esses índices colocam essas unidades de ensino, de largada, em desvantagem em relação a centros universitários e universidades. Isso porque, argumenta o estudo, há diferenças fundamentais entre essas unidades de ensino.
As universidades e centros universitários são obrigados a contratar no mínimo 33% de mestres ou doutores, mas as faculdades não. E é nessa categoria que se encontram 98% das pequenas e médias instituições. No entanto, todas se submetem aos mesmos critérios de avaliação.
Mesmo sob parâmetros considerados injustos pelas quase mil instituições associadas à Abmes, os resultados desse estudo revelaram que as pequenas e médias instituições de ensino superior melhoram os indicadores locais: desenvolvimento social, renda local e fixação do jovem na região onde atuam.
O impacto no Produto Interno Bruto Nacional (PIB) das faculdades analisadas é de R$ 133 milhões em municípios em que elas não estão presentes. Já onde funciona pelo menos uma instituição de ensino superior (IES) pequena ou média a participação no PIB local alcança R$ 867,4 milhões. De igual forma, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) chega a 0,72 onde há uma IES. Sem ela, é de 0,65. A massa salarial gerada a partir das IES de pequeno e médio portes é de R$ 4 bilhões por ano.
Para Caldas, o governo privilegia o ensino público em detrimento do privado. "O governo ainda é muito enviesado ideologicamente para as públicas", critica. Segundo ele, um contrassenso, já que sem a parceria com instituições particulares, em programas sociais de acesso ao ensino superior, como o PROUNI e o Fies, a expansão do setor - uma das plataformas eleitorais da presidente Dilma Rousseff - não se viabilizaria.
Dos 7 milhões de alunos brasileiros matriculados no ensino superior público e privado, 5,1 milhões estão na rede privada - 1,6 milhão contam com os financiamentos facilitados do Fies e 1,4 milhão são bolsistas do PROUNI. Embora as vagas no ensino superior tenham duplicado nos últimos 12 anos, os números ainda deixam a desejar: a taxa líquida de matrículas no ensino superior (na faixa etária de 18 a 24 anos) no Brasil é de 14%, enquanto em outros vizinhos emergentes, como México, Chile, Colômbia, esse índice é de 35%. A meta do Plano Nacional de Educação (PNE) é atingir a taxa de 33% em 2024.
A Faculdade de Ciência e Tecnologia Área 1 oferece, exclusivamente, cursos de engenharia para alunos de Salvador e região metropolitana. Deveria ser uma prioridade para o MEC, já que em pronunciamentos recorrentes, a presidente Dilma tem reiterado a necessidade de se formar mais engenheiros no país. Nos bastidores, o governo cogitou importar engenheiros, num programa esboçado nos moldes do Mais Médicos.
Contudo, a Área 1 aguarda há quase dois anos o desfecho do processo de supervisão a que o MEC a submeteu. De acordo com Nadja Viana, assessora do grupo Devry Brasil - ao qual pertence a Área 1 - a faculdade firmou com o ministério um protocolo de compromissos, em janeiro de 2013, solicitando 90 dias para sanar as deficiências.
Nesse período, adotou medidas como a revisão e atualização do projeto pedagógico de cada curso, a revisão dos planos de ensino, a ampliação e atualização do acervo bibliográfico e a adequação de laboratórios. Além disso, atingiu a meta de 100% dos professores com títulos de mestrado e doutorado.
Apesar desse esforço, e dos investimentos feitos, o processo se arrasta e 14,5% das vagas estão suspensas. São cursos estratégicos, porque a unidade atende alunos de Camaçari, onde funciona um dos polos petroquímicos do país. Os cursos ofertados são de engenharia ambiental e sanitária, civil, controle e automação, computação, produção e elétrica. Atualmente, há 2.978 alunos matriculados, e mais de 170 vagas suspensas.
"O ensino privado tomou uma dimensão que o governo não acompanhou e, agora, não tem estrutura para dar vazão às demandas que requer", diz Caldas. "O que é bom ou ruim não condiz com a realidade (segundo os critérios de avaliação em vigor)", conclui. O Valor consultou o MEC sobre o estudo, mas não obteve resposta.

faculdadespequenas.jpg

Comentários
Bu