quinta-feira, 13 de agosto de 2015

dia do economista

Homenageamos nossos alunos e professores 
que exercem a profissão e divulgamos 
o Congresso da Categoria Profissional



terça-feira, 11 de agosto de 2015

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

ICMS x Geração Própria de Energia



Os próximos dias são importantes para definir se o Brasil quer se tornar uma potência solar. O Conselho Nacional de Política Fazendária (ConFaz) se reunirá  (a data ainda será confirmada) e essa é uma oportunidade de pressionar os governadores e secretários estaduais da Fazenda a aderir ao Convênio 16/2015, que permite que os Estados interessados isentem o cidadão que optar por gerar sua própria energia de pagar o imposto, incentivando a energia solar.

A possibilidade de alterar a forma de incidência do ICMS (Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) na geração de eletricidade do mini e microgerador, aumentando os ganhos do cidadão que gera sua própria energia, existe desde abril quando o Convênio foi editado pelo ConFaz.


Hoje, quatro Estados já optaram pela medida – São Paulo, Pernambuco, Goiás e Minas Gerais – mas ainda 60% da população brasileira não pode gerar sua própria energia de forma mais barata, sustentável e democrática. Segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a desoneração do ICMS em todos os Estados faria com que o Brasil tivesse 55% a mais de sistemas instalados em 2023 do que o que seria alcançado se o cenário permanecesse o mesmo.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Domingo é dia dos Pais

A EPN deixa sua lembrança para alunos, professores e colaboradores que tem o privilégio de ser pai.



quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Dia Nacional dos Profissionais da Educação

A valorização dos profissionais da Educação como pilar da qualidade

Muito se fala sobre a valorização dos profissionais de Educação — que é um dos pilares da qualidade de ensino socialmente referenciada, ao lado do financiamento e da gestão democrática. Falar de valorização implica aprimorar a formação inicial, a formação continuada, a definição de um piso salarial e, também, da carreira do professor.

Uma carreira bem estruturada tem uma virtude principal: permite que o profissional de Educação projete o seu futuro, tenha perspectiva de trabalho e de vida. Contudo, há ainda muito a avançar na construção de uma carreira, a começar pelo fato de que temos no Brasil uma estrutura educacional que permite 5.565 sistemas municipais de ensino, 26 sistemas estaduais, mais um do DF e mais um federal. Cada um deles tem autonomia para gerenciar seu pessoal.

A carreira pressupõe que o ingresso se dê por concurso, que o trabalho seja valorizado e que seja levado em conta o que o professor produz, o que ele cria. Precisamos lembrar que as escolas públicas se caracterizam por uma grande diversidade de contextos e as chamadas boas práticas educativas não vêm prontas, precisam ser criadas pelos professores. Isso também deve ser reconhecido para que o professor se sinta valorizado dando aula.

Há outro ponto essencial a ser enfrentado quando a questão é a carreira. Hoje, na maior parte dos planos existentes, para que os professores avancem na carreira, cheguem a postos mais altos e ganhem mais, eles necessariamente têm de sair da sala de aula, tornando-se supervisores, coordenadores ou diretores. Muitas vezes, um ótimo professor alfabetizador deixa a sala de aula para ser um diretor mediano. Seria muito melhor que tivesse continuado como docente. Por isso, um plano de carreira precisa ser aberto, permitindo que todos possam alcançar as referências superiores, mesmo que queiram ficar a vida inteira na sala de aula. Nesse modelo, quem se interessar em mudar, sair da sala, poderá mudar — mas também quem quiser continuar sendo professor poderá assim mesmo progredir. Temos de derrubar muitos tabus para que a sociedade compreenda que todos têm papéis importantíssimos na escola, ainda que desempenhem funções diferentes.

Isso vale também para as promoções. O professor tem de ser incentivado a progredir, a criar maneiras de trabalhar que permitam aos alunos melhor aprendizagem, tanto no que se refere ao domínio dos conteúdos curriculares como nos aspectos formativos mais amplos da cidadania. Nesse contexto, a titulação deve, sim, ser valorizada. Na medida em que o professor for buscando aperfeiçoamento, isso precisa ser valorizado. No âmbito do CNTE, defendemos que a diferença salarial entre os professores que têm nível médio e os universitários precisam ser de pelo menos 50% para estimular que haja aperfeiçoamento.

Outro ponto importante a ser considerado na proposição de um bom plano de carreira é a visão sobre todos os profissionais da Educação. Na escola, não é apenas o professor que educa. Cada profissional que atua na escola — a merendeira, o porteiro, o inspetor — possui um papel educativo, e seu papel não pode ser equiparado ao de profissionais que exercem funções semelhantes, em outros contextos, como nas empresas. Imagine-se, por exemplo, um segurança que apanhe um garoto pulando o muro da instituição. Na empresa, será tratado como um infrator; na escola, o olhar é o da medida socioeducativa, do diálogo sobre regras, da Educação. É preciso lembrar, inclusive, que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação já traz embasamento legal para que haja uma carreira única na Educação na qual todos os profissionais possam evoluir, na medida de sua qualificação.

O plano de carreira deve ainda levar em conta outro aspecto fundamental para a qualidade de ensino e para a perspectiva profissional do educador: a jornada. O professor divide seu tempo em jornadas. É isso que define o piso salarial, por exemplo. Contudo, uma vez que existe a perspectiva de ampliação do tempo escolar para um número crescente de redes, é preciso ressaltar o quanto é importante que se possa fixar o docente na escola, criando vínculos com o aluno e com a comunidade.

O professor não pode mais ficar sujeito, como fica hoje, aos sobressaltos de uma escolha de aula, sem saber para onde vai, ano a ano. Há unidades da federação que permitem que o mesmo professor dê até 64 aulas semanais, o que obviamente é inviável, desgastante e impede um trabalho mais individualizado com os alunos e um trabalho de longo prazo. Na realidade de hoje, há uma grande rotatividade de professores e muita instabilidade gerada por isso. Se conseguirmos fixar o professor na escola, em uma jornada única, isso permitiria grandes avanços, sobre todos os pontos de vista, inclusive do ponto da gestão democrática. Com muita frequência, o professor participa da construção de um projeto político pedagógico em um ano e no outro está longe, em outra escola.

Em torno de todas essas questões que envolvem o Plano de Carreira, há um tema de fundo: hoje, os professores não têm perspectivas de futuro e vivem aos sobressaltos. Precisamos de tranquilidade, o que não é para nós sinônimo de acomodação. Precisamos ter condições de nos aprimorarmos sempre, e carreira precisa refletir isso. Não há nenhum problema com a avaliação – mas é preciso que se leve em conta todo o contexto em que o ensino é oferecido: as condições materiais de trabalho, a situação social, o papel de todos os gestores da rede e do sistema. Não há mérito nenhum em dizer que o culpado é sempre o professor.

Evidentemente, a discussão da valorização do professor se entrecruza com outras, contempladas no Plano Nacional de Educação — entre elas, principalmente, a do financiamento público. A meta 17 estabelece, por exemplo, que o salário médio deve se equiparar ao de profissionais de mesma formação. Hoje, estamos muito longe disso. Mais do que encontrar fontes de financiamento, como os famosos royalties do petróleo, é preciso definir o seu uso — senão veremos pirâmides, monumentos e pouco investimento de fato em qualidade na Educação.



*Por Roberto Leão - Publicado originalmente no Anuário Brasileiro da Educação Básica 2013

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Agosto é o mês do desgosto?





Alguns acontecimentos na história fizeram com que o mês de agosto tivesse uma conotação negativa e supersticiosa e fosse chamado de mês do desgosto, do azar e mês do "cachorro louco".

Diz a história que foram os romanos que deram ao oitavo mês do ano o nome de agosto em homenagem ao imperador César Augusto. Como ele na época estava conseguindo grandes vitórias, como a conquista do Egito e a sua "promoção" a cônsul, não queria ficar atrás do imperador Júlio César - cujo mês de julho é em sua homenagem - e acabou decidindo que o "seu" mês também teria 31 dias.

Em Portugal, o medo do mês de agosto surgiu no período das grandes navegações, que duravam muitos meses e até anos. As mulheres portuguesas não se casavam neste mês, porque era nessa época que os navios das expedições saíam à procura de novas terras. Daí, casar em agosto significava ficar sozinha e às vezes sem lua-de-mel. Algumas até ficavam viúvas.

Na Argentina, muitos deixam de lavar a cabeça em agosto porque acreditam que isso chama a morte. E na África o dia 24 de agosto é o chamado "dia em que o Diabo anda solto" - dia de todos os exús.

Na França, o mês é maldito, pois em 24 de agosto de 1572 Catarina de Medici ordenou o massacre de São Bartolomeu, matando dezenas de milhares de pessoas.

Na Polônia, em 14 de agosto de 1831 os poloneses foram derrotados pelos russos na Revolta de Varsóvia, que também matou muita gente. Por isso a galera não gosta do mês de agosto.

No Marrocos, em 14 de agosto de 1844 a França invadiu o país; no Cambodja, em 11 de agosto de 1863 a França tomou a nação; na Alemanha, em 3 de agosto de 1932, Hitler assumiu o governo alemão após a morte de seu antecessor; na China, em 8 de agosto de 1937, o Japão invadiu Pequim; no Japão, nos dias 6 e 9 de agosto de 1945, as cidades de Hiroshima e Nagasaki foram destruídas por bombas atômicas.

Já, aqui no Brasil, com a influência dos portugueses, essa crença chegou e se espalhou. É de onde veio o dito popular "Casar em agosto traz desgosto". E como agosto é o mês em que os cachorros contraem a raiva, criou-se a fama "mês do cachorro louco". Outra interpretação é que durante o mês de agosto a concentração de cadelas no cio aumenta bastante devido às condições climáticas. E quando as cadelas estão no período fértil, os cachorros ficam "loucos" e brigam para conquistar a fêmea.
Alguns acontecimentos na história fizeram com que o mês de agosto tivesse uma conotação negativa e supersticiosa e fosse chamado de mês do desgosto, do azar e mês do "cachorro louco".

Diz a história que foram os romanos que deram ao oitavo mês do ano o nome de agosto em homenagem ao imperador César Augusto. Como ele na época estava conseguindo grandes vitórias, como a conquista do Egito e a sua "promoção" a cônsul, não queria ficar atrás do imperador Júlio César - cujo mês de julho é em sua homenagem - e acabou decidindo que o "seu" mês também teria 31 dias.

Em Portugal, o medo do mês de agosto surgiu no período das grandes navegações, que duravam muitos meses e até anos. As mulheres portuguesas não se casavam neste mês, porque era nessa época que os navios das expedições saíam à procura de novas terras. Daí, casar em agosto significava ficar sozinha e às vezes sem lua-de-mel. Algumas até ficavam viúvas.

Na Argentina, muitos deixam de lavar a cabeça em agosto porque acreditam que isso chama a morte. E na África o dia 24 de agosto é o chamado "dia em que o Diabo anda solto" - dia de todos os exús.

Na França, o mês é maldito, pois em 24 de agosto de 1572 Catarina de Medici ordenou o massacre de São Bartolomeu, matando dezenas de milhares de pessoas.

Na Polônia, em 14 de agosto de 1831 os poloneses foram derrotados pelos russos na Revolta de Varsóvia, que também matou muita gente. Por isso a galera não gosta do mês de agosto.

No Marrocos, em 14 de agosto de 1844 a França invadiu o país; no Cambodja, em 11 de agosto de 1863 a França tomou a nação; na Alemanha, em 3 de agosto de 1932, Hitler assumiu o governo alemão após a morte de seu antecessor; na China, em 8 de agosto de 1937, o Japão invadiu Pequim; no Japão, nos dias 6 e 9 de agosto de 1945, as cidades de Hiroshima e Nagasaki foram destruídas por bombas atômicas.

Já, aqui no Brasil, com a influência dos portugueses, essa crença chegou e se espalhou. É de onde veio o dito popular "Casar em agosto traz desgosto". E como agosto é o mês em que os cachorros contraem a raiva, criou-se a fama "mês do cachorro louco". Outra interpretação é que durante o mês de agosto a concentração de cadelas no cio aumenta bastante devido às condições climáticas. E quando as cadelas estão no período fértil, os cachorros ficam "loucos" e brigam para conquistar a fêmea.


quinta-feira, 30 de julho de 2015

Prêmio CNI de Economia terá duas categorias: Indústria Brasileira e Efeitos das Políticas Fiscal e Tributária sobre a Competitividade



Poderão concorrer trabalhos inéditos individuais ou em grupo, em português ou inglês e de candidatos de qualquer nacionalidade e formação acadêmica.

As inscrições vão até 31 de agosto de 2015.

Não são considerados inéditos os trabalhos vencedores ou contemplados com menções honrosas em outros prêmios; publicados pela imprensa, na Internet, em livro, em anais de congressos ou em revista técnica. A exceção são os textos inseridos em documentos de circulação restrita de universidades e instituições de pesquisa, como notas e textos para discussão e similares.

Confira abaixo os detalhes e a premiação de cada categoria:

Indústria Brasileira
  • 1º lugar – R$ 20.000,00
  • 2º lugar – R$ 10.000,00

A categoria Indústria Brasileira compreende estudos de economia aplicada sobre a indústria brasileira, como, por exemplo, estudos de caso, estudos setoriais, comparações internacionais, regulação, política industrial, estrutura de mercado, estratégia da firma, produtividade, crescimento, comércio exterior, inovação e emprego industrial.



Efeitos das Políticas Fiscal e Tributária sobre a Competitividade
  • 1º lugar – R$ 20.000,00
  • 2º lugar – R$ 10.000,00


A categoria Efeitos das Políticas Fiscal e Tributária sobre a Competitividade compreende estudos dos efeitos sobre a competitividade, a taxa de investimento e o crescimento do Brasil da carga tributária; cumulatividade dos tributos; tributação sobre o investimento e as exportações; complexidade do sistema tributário; gasto público; equilíbrio ou desequilíbrio fiscal; metas fiscais; orçamento do governo; investimento público e previdência social.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Congresso da ANGE: “O Ensino de economia ontem, hoje e amanhã”


O XXX Congresso da ANGE - Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Ciências Econômicas, terá como tema “O Ensino de economia ontem, hoje e amanhã”. 

Neste Congresso, além de se celebrar o trigésimo aniversário da entidade, pretende-se contribuir com o debate sobre a formação do economista frente aos desafios que as grandes transformações na economia nacional e mundial impõem para nossa ciência e profissão. 

Espera-se contribuir para o aperfeiçoamento dos cursos de Ciências Econômicas no Brasil no que tange à estrutura curricular e conteúdos de disciplinas, para que sejam melhor enfrentados, em sala de aula e fora destas, os desafios postos hoje para nossa ciência.

XX Congresso da ANGE será realizado em Natal (RN), entre 14 e 16 de Outubro de 2015, na UFRN.

UFRN

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Primeira Fábrica Modelo da América funciona em Salvador

Com objetivo de capacitar e elevar a produtividade da indústria brasileira, foi criada a primeira Fábrica Modelo da América Latina, em Salvador. 

A unidade, que possui 250 m² de área, funciona no Senai Cimatec, em Piatã, e conta com um investimento de R$ 4 milhões. Resultado de uma parceria entre o Senai e a empresa de consultoria McKinsey, a Fábrica vai auxiliar na otimização dos processos de produção de até 75 indústrias por ano. 


O desafio de elevar a produtividade começa nos detalhes, no chão de fábrica, indo até a gestão estratégica da operação Segundo o Senai, “trata-se de uma planta em escala reduzida, com maquinário e processos de montagem reais, onde pequenas e grandes empresas poderão aprender, na prática, os conceitos de manufatura enxuta”. 

A estrutura possui desde a preparação da matéria-prima até o processamento, controle de qualidade, embalagem e expedição.

Foto SENAI

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Dia do Amigo

O Dia Internacional do Amigo, Dia do Amigo ou Dia Internacional da Amizade, celebra-se todos os anos a 20 de julho.

Neste data, os amigos enviam mensagens de carinho, amizade e afeto aos seus amigos, agradecendo a amizade e dedicação destes.

Também conhecido como o Dia Internacional da Amizade, o dia é celebrado um pouco por todo o mundo. A data foi instituída pelas Nações Unidas em abril de 2011. 

Frases para o Dia do Amigo

  • "A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas." - Francis Bacon
  • "A melhor parte da vida de uma pessoa está nas suas amizades." - Abraham Lincoln
  • "A verdadeira amizade é como a saúde: o seu valor só é reconhecido quando a perdemos." - Charles Colton
  • "A amizade é o amor sem asas." - George Byron
  • "Não te interesses sobre a quantidade, mas sim sobre a qualidade dos teus amigos." - Séneca
  • "Não há solidão mais triste do que a do homem sem amizades. A falta de amigos faz com que o mundo pareça um deserto." - Francis Bacon

quarta-feira, 15 de julho de 2015

O direito fundamental da liberdade de pensamento e de expressão



Liberdade significa o direito de agir segundo o seu livre arbítrio, de acordo com a própria vontade, desde que não prejudique outra pessoa, é a sensação de estar livre e não depender de ninguém. Liberdade é também um conjunto de idéias liberais e dos direitos de cada cidadão.
Liberdade é classificada pela filosofia, como a independência do ser humano, o poder de ter autonomia e espontaneidade.A liberdade é um conceito utópico, uma vez que é questionável se realmente os indivíduos tem a liberdade que dizem ter, se com as mídias ela realmente existe, ou não. Diversos pensadores e filósofos dissertaram sobre a liberdade, como Sartre, Descartes, Kant, Marx e outros.
No meio jurídico, existe a liberdade condicional, que é quando um indivíduo que foi condenado por algo que cometeu, recebe o direito de cumprir toda, ou parte de sua pena em liberdade, ou seja, com o direito de fazer o que tiver interesse, mas de acordo com as normas da justiça. Existe também a liberdade provisória, que é atribuída a um indivíduo com cunho temporário. Pode ser obrigatória, permitida (com ou sem fiança) e vedada (em certos casos como o alegado envolvimento em crime organizado).
A liberdade de expressão é a garantia e a capacidade dada a um indivíduo, que lhe permite expressar as suas opiniões e crenças sem ser censurado. Apesar disso, estão previstos alguns casos em que se verifica a restrição legítima da liberdade de expressão, quando a opinião ou crença tem o objetivo discriminar uma pessoa ou grupo específico através de declarações injuriosas e difamatórias.
Com origem no termo em latim libertas, a palavra liberdade também pode ser usada em sentido figurado, podendo ser sinônimo de ousadia, franqueza ou familiaridade. Ex: Como você chegou tarde, eu tomei a liberdade de pedir o jantar para você.

A liberdade pode consistir na personificação de ideologias liberais. Faz parte do lema "Liberdade, Igualdade e Fraternidade", criado em 1793 para expressar valores defendidos pela Revolução Francesa, uma revolta que teve um impacto enorme nas sociedades contemporâneas e nos sistemas políticos da atualidade.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Mensalão, Petrolão e Erros Colossais... quem cala consente

Nunca ficou muito claro para mim o motivo das pessoas preferirem a crença fácil, a aceitação pacífica e morna e o conforto da idealização sobre a realidade construída, como se fosse possível obter vantagens sem esforço. 

Os avanços na economia brasileira erguidos após a eleição do presidente Lula é um desses mitos da prosperidade sem
custos. Preferimos acreditar que poderíamos aumentar o consumo, dobrar o crédito, subsidiar setores, gerar empregos, distribuir verbas públicas (bolsa disso, bolsa daquilo, bolsa da bolsa) e até ter empresários brasileiros na Top 10 da Forbes, sem nenhum ônus a ser pago no futuro.

Nos fizeram crer (e, Dona Dilma hipocritamente ainda tenta), que todos os nosso problemas são reflexos de uma instabilidade internacional, fruto de uma longínqua e instinguivel crise financeira ocorrida em 2008. Deve ser mais simples negar a estagnação do produto interno, o uso equivocado de receitas do Tesouro e que as pedaladas contábeis existiram
e quem as autorizou sabia o que fazia (pedaladas que fariam qualquer estudante de contabilidade enrubescer) do que aceitar nosso fracasso, não só como povo, por elegermos os parlamentares e governantes que estão ai, mas também, como indivíduos que pelo silencio, ouvidos moucos e cegueira temporária, autorizamos uma trajetória de fragilização econômica, enquanto alguns enriqueciam (vários de forma ilícita) e uma nova face da elite emergia.

Votei no PT e fui orgulhosamente petista até pouco depois da eleição de Lula. Só que o partido que deu legenda para Dilma não mantém nenhuma semelhança, nem mesmo uma vaga lembrança, daquele que foi criado no bojo da esperança da redemocratização. O novo PT é um triste plagio do que já foi um partido de base. Como governo sua atuação poderia ser brilhante, mas a sucessão de erros e a aparente ignorância em compreende-los ou incontestável arrogância em assumi-los da atual presidente (ou presidenta como prefere a onipotente), provocou a perda de referências para diversos setores da sociedade, jogando empresas na inoperância e tornando centenas de milhares de brasileiros dependentes de algumas políticas compensatórias que em algum momento vão ter que ser reduzidas ou ajustadas.

Vale lembrar que segundo o poeta, alguns de nós somos “igual em tudo na vida” e até teríamos o direito da “mesma morte severina”. Mas é importante termos claro que os verso foram escritos para nos fazer pensar no ser distante, naquele que não está ao alcance do olhar. E foi  que fizemos, apoiamos, como nação, as políticas sociais compensatórias propostas pelos governos do PT, e o fizemos pela busca da identidade coletiva, da auto-estima e da crença de que um país próspero só é alcançado quando alguma justiça social é atingida.

Por uma vez na história, nós, a classe média culta e formadora de opinião, decidimos não aceitar mais que milhares de
brasileiros vagassem sem ter claro seu destino. Só que enquanto, por um lado, a falha ética do governo corroía os erário público, sugando recursos pela corrupção ou, por outro, simplesmente ao tomar decisões erradas, populistas e inconsequentes o governo afundou com o setor elétrico, destruiu a reputação internacional da Petrobras, colocou em risco dezenas de empreses etc.

Dizem alguns, que agora de pouco vale reclamar, pois nos anos do PT o governo só fez nos deu os meios que desejávamos para iludirmos a nós mesmos. Apenas nos possibilitou continuar acreditando que somos especiais e que por isso temos o direito de entrarmos para o clube dos povos desenvolvidos.

Particularmente discordo. Não nego minha parcela de culpa por não ter visto ou não ter querido ver os caminhos que estavam sendo trilhados, mas acho que os fatos não nos permitem mais ficar calados, principalmente para não destruirmos os sonhos das geração que nos sucede.


Os sonhos que parte de nós tínhamos no passado, quando da redemocratização, creio já se esvaíram, mas não aqueles que os mais jovens tem sobre o futuro. Eles podem ser construídos, basta rompermos com a crença no fácil e lembrarmos que não existe “Salvadores da Pátria”, pois a Pátria só se constrói pelo trabalho coletivo, pelos pactos de inclusão e solidariedade e pelos os sonhos daqueles que não se calam.


Ronaldo Rangel é professor da EPN

segunda-feira, 13 de julho de 2015


Iniciou ontem na cidade de São Carlos - SP a 67a reunião Anual da Sociedade Brasileira para o progresso da Ciência. A reunião é a vitrine da produção científica brasileira, apresentando os últimos avanços da tecnologia nacional.

Além dos painéis principais, acontece simultaneamente: SBPC Indígena, SBPC Jovem, SBPC Inovação, SBPC Cultural etc

O evento vai até o próximo sábado, dia 18 na UFSCar. Informações sobre a programação: 
http://www.sbpcnet.org.br/saocarlos/home/

Reunião de 2014 - UFAC - Rio Branco (Acre)

sábado, 11 de julho de 2015

Começa 67ª reunião anual da SBPC

Iniciou ontem, na cidade de São Carlos (SP), a 67ª reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A reunião é uma vitrine para a produção cientifica nacional e apresenta aos visitantes os últimos avanços da ciência e da tecnologia brasileira
O evento deste ano será na Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) e o tema é: "Luz, Ciência e Ação", em alusão ao Ano Internacional da Luz celebrado em diversos países. Ao todo serão, 211 atividades: 64 conferências, 62 mesas-redondas, 52 minicursos, 13 sessões especiais, 11 simpósios, 5 assembléias e 4 encontros.
A participação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq/MCTI) para esta edição inclui a exposição de fotografias premiadas, experimentos científicos do Instituto Nacional de Óptica e Fotônica (INCT/INOF) e a apresentação dos vencedores do Prêmio Jovem Cientista no estande da Expotec.
Além disso, acontecerá a entrega do 35ª edição do Premio José Reis durante a abertura do evento. A vencedora deste ano é a Fiocruz. Também haverá uma palestra com a vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da instituição, Nísia Trindade Lima.
Hoje, dia 13, o presidente do CNPq, Hernan Chaimovich, participa da Conferencia "Ciência e Pesquisa para a soberania, a democracia e o bem-estar da população" com o Ministro Aldo Rabelo, no teatro Florestan Fernandes da UFSCar às 10h30m. No mesmo dia compõe a mesa de abertura da EXPOTEC - SBPC, da cerimônia de premiação da Olimpíada Brasileira de matemática e da sessão especial em homenagem aos 30 anos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.   
Terça-feira, 14, Chaimovich, participará da mesa-redonda "Política de incentivo à inovação tecnológica nas instituições de Ciência e Tecnologia" junto com os presidentes da Capes, Carlos Afonso Nobre, da Finep, Luis Manoel Rebelo Fernandes, e da Fapesp, Celso Lafer. Ainda no dia 14, está presente na sessão especial in memoriam a Leopoldo de Meis e faz a premiação do 12º Prêmio Destaque da Iniciação Científica e Tecnológica e do 4º Prêmio de Fotografia Ciência e Arte durante o Encontro dos Coordenadores dos INCTS. 
Haverá, ainda, no dia 15, apresentação dos trabalhos e conversa com os agraciados dos prêmios concedidos pelo CNPq

quarta-feira, 8 de julho de 2015

A história do feriado de 9 de julho

No dia 09 de julho, São Paulo comemora a Revolução Constitucionalista de 1932. A data, transformada em feriado civil em 1997, marcou o início de um dos principais episódios da história do estado. Sua importância está evidente em toda a cidade: duas avenidas carregam nomes que remetem à revolta (9 de julho e 23 de maio) e monumentos como o Obelisco do Ibirapuera prestam homenagens ao mártires da chamada “Guerra Paulista.”

A Revolução foi um levante armado da população de São Paulo que, entre os meses de julho e outubro de 1932, combateu as tropas do governo federal. A reivindicação central do movimento era a destituição do governo provisório de Getúlio Vargas, que dois anos antes assumira o poder no país, fechando o Congresso Nacional e abolindo a Constituição. O levante é chamado de “constitucionalista” porque São Paulo pedia a promulgação de uma nova constituição federal.



A empreitada militar paulista foi mal sucedida: as tropas do estado perderam a guerra, sufocadas pela superioridade numérica e técnica do exército brasileiro. Mas sua luta não foi completamente em vão: dois anos depois, em 1934, o governo central promulgava uma nova constituição, mostrando que a revolta conseguira, ainda que tardiamente, atingir seu principal objetivo declarado.

Mas o impacto da Revolução de 32 não se restringiu apenas ao campo da política: o levante foi também um dos principais marcos da formação da identidade paulista. Apoiada na ideia de que o estado é o “carro chefe” da nação, as elites locais aproveitaram o sentimento de união gerado pela revolta para reforçar seu discurso sobre o suposto “espírito” do povo de São Paulo. Dessa forma, elementos que vinham sendo construídos havia anos – como as ideias de pioneirismo e nobreza paulista – foram reforçados pelo poder ideológico da Revolução.



Desde seus primórdios, essa “paulistanidade” esteve impregnada pelo discurso racista. O levante de 32 serviu para reforçar essas ideias, elevando certas populações à categoria de “povo paulista” – como os imigrantes italianos, até então discriminados – e rebaixando outros grupos, como os afrodescendentes e os migrantes do Norte e Nordeste do país. Os historiadores Marco Cabral dos Santos e André Mota, no livro São Paulo 1932 – memória, mito e identidade recentemente lançado pela Alameda Editorial, deram especial ênfase ao papel da medicina na construção desse discurso: além de políticos e intelectuais do período, foram médicos e biólogos que tentaram justificar pela ciência a inferioridade racial de negros e nordestinos.

Atualmente, a Revolução Constitucionalista de 1932 continua sendo um tema controverso da historiografia nacional. Há um enorme número de livros e artigos que discutem o assunto, e a memória da “Guerra Paulista” continua em disputa pelos mais diversos grupos.


terça-feira, 7 de julho de 2015

Edição 2015 - Festival de Inverno | de julho a agosto 2015

Em mais de 40 anos de história, o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão se consolidou como o maior e mais importante festival de música clássica da América Latina.

Conhecido e respeitado internacionalmente, o Festival é passagem obrigatória de conceituados artistas de todo o mundo. Ao longo de sua história, nomes do porte de Eleazar de Carvalho, Magda Tagliaferro, Yehudi Menuhin, Hugh Ross, Mstislav Rostropovich, Michel Philippot, Kurt Masur, Dame Kiri Te Kanawa, Trio Beaux Arts, Ysaÿe Quartet e Le Poème Harmonique, entre muitos outros, brilharam nos palcos e classes do Festival.

Nas mais recentes edições, fizeram parte da programação os regentes Marin Alsop, Carlos Kalmar, Claudio Cruz, Giancarlo Guerrero, entre outros; os pianistas Nelson Freire, Ewa Kupiec e Nelson Goerner, o trompetista Ole Edvard Antonsen, os violoncelistas Antonio Meneses e Johannes Moser, os violinistas Boris Brovtsyn, Sarah Chang, Hagai Shaham, além de grupos como Aulus Trio, Trio Smetana e muito mais.

Além da apresentação em concertos, esses grandes artistas também fazem parte da programação pedagógica do Festival, dando aulas e masterclasses a jovens músicos. 
Anualmente, estudantes de música de diferentes partes do mundo – sobretudo do Brasil, América Latina e América do Norte – escolhem o Festival de Campos do Jordão para se aperfeiçoarem. Renomados artistas brasileiros foram bolsistas do Festival de Campos do Jordão em edições anteriores, e reconhecem a sua importância no caminho para a profissionalização de jovens músicos.


Hoje, o Festival tem público direto de dezenas de milhares de pessoas. Por seus palcos passam mais de 3 mil artistas, e suas aulas são ministradas por mais de uma centena de músicos do primeiro escalão mundial.


segunda-feira, 6 de julho de 2015

II Encontro Paulista de Economia




Nos dias 3 e 4 de setembro acontecerá o II Encontro Paulista de Economia, em São José dos Campos, SP.

Podem ser submetidos trabalhos técnicos e científicos, escritos em português, desenvolvidos por economistas, professores, pesquisadores, alunos de pós-graduação em Economia e estudantes do último ano do curso de graduação em Economia.

As inscrições deverão ser feitas no site www.coreconsp.org.br/encontropaulista/ 

Os autores de trabalhos aprovados terão suas despesas cobertas pelo CORECON-SP. Nos trabalhos em coautoria serão financiadas apenas as despesas de um dos autores. 


Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3291-8700 (Sec-Presidência – Marcela ou Caroline) ou pelo e-mail encontropaulista@coreconsp.org.br 

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Concurso CVM de Artigos e Monografias


Com o objetivo de estimular o interesse dos estudantes universitários e recém-formados pelo estudo e pesquisa de assuntos relacionados ao mercado de capitais, enfatizando a importância econômica desse segmento do mercado financeiro para as companhias e investidores, a CVM e a BM&FBOVESPA patrocinam um concurso de monografias dirigido a estudantes universitários. 

O autor da melhor monografia ganha um prêmio em dinheiro e o trabalho premiado é divulgado no site da CVM, sendo que o júri pode conceder menções honrosas a trabalhos não premiados.

Inscrições abertas: 
http://www.investidor.gov.br/menu/Menu_Academico/Concurso_de_Monografia/informacoes.html

Prazo final: 30 de n o v e m b r o de 2015

quarta-feira, 24 de junho de 2015

São João, São João... acende a fogueira...



O período das Festas Juninas,  se inicia no dia 12 de Junho, véspera do dia de Santo Antônio e encerra no dia 29, dia de São Pedro. Mas, certamente, o ponto mais elevado da festa ocorre no dia 24, o dia de São João.

A tradição de comemorar o dia de São João veio de Portugal, onde as festas são conhecidas pelo nome de Santos Populares. O nome “junina” é devido à sua procedência de países europeus cristianizados. Os portugueses foram os responsáveis por trazê-la ao Brasil, e logo foi inserida aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.

As festas de São João são ainda comemoradas em alguns países europeus católicos, protestantes e ortodoxos. Em algumas festas europeias de São João são realizadas a fogueira de São João e a celebração de casamentos reais ou encenados.

A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Talvez a mais conhecida aconteça em  Campina Grande, na Paraíba, a festa junina atrai milhares de pessoas.

Festa de São João em Campina Grande



segunda-feira, 22 de junho de 2015

Confira o que podemos aprender com grandes inovadores para alavancar os negócios

Grandes empreendedores são inspiração para buscarmos novos desafios e seguir seus passos. Independente se você é funcionário ou dono de uma empresa, há muito que aprender com eles. Recentemente, estudei a vida e obra de grandes inovadores como Mark Zuckerberg (Facebook), Jeff Bezos (Amazon), Steve Jobs (Apple), Larry Page (Google) e Sergey Brin (Google), que serviram de inspiração para escrever um livro. Pude descobrir uma série de lições em comum que eles utilizaram ao longo de suas trajetórias e que compartilho aqui com vocês.



1) Não tenha medo de correr riscos

Para uma empresa como o Google, que valoriza muito a análise de dados em larga escala, pode parecer estranho correr riscos e aceitar incertezas nos projetos. Os dados são importantes para verificação da demanda e validação dos projetos piloto, mas nada disso impede que novos produtos inovadores sejam gerados e lançados, mesmo que tenha grandes níveis de incertezas. Essa abordagem já rendeu grandes fracassos para a empresa, mas também grandes sucessos.


2) A inovação não precisa ser somente nos produtos

Os grandes inovadores pensam a abordagem de modo sistêmico, vislumbrando oportunidades em diferentes partes do negócio. Quanto mais tipos de inovações conseguirmos incorporar, maior a proteção e robustez do modelo de negócios criado. Uma ferramenta importante para fazer essa avaliação pode ser o innovation storming.



3) Conecte os pontos

De acordo com pesquisa realizada pelos professores Clay Christensen, Hal Gregersen e Jeff Dyer, uma das principais características que separam uma pessoa criativa das outras é a habilidade de associação entre diferentes situações, problemas e ideias de campos até mesmo não relacionados. Essa busca por combinar experiências e visões de campos distintos colaborou bastante na capacidade de inovar de Jobs, por exemplo, e ele fala exatamente disso neste discurso.



4) Forme equipes de alto nível

O impacto das contratações iniciais em uma startup é muito grande no futuro do negócio, especialmente na cultura organizacional que está se formando. Contratar as pessoas erradas no começo pode impactar negativamente nos valores desejados pelos empreendedores. Bezos dizia que se você contratasse tubarões, não se podia esperar que eles agissem como golfinhos. O processo de recrutamento para montar uma estrutura organizacional coerente com a cultura era fundamental. Era preferível entrevistar 50 pessoas e não contratar ninguém do que contratar a pessoa com o perfil errado.


5) Facilite a colaboração e o trabalho em equipe

Apesar do senso comum acreditar que as inovações da Apple eram fruto do trabalho solitário de Steve Jobs, sendo ele responsável sozinho por todos os desenvolvimento, na realidade os grandes projetos foram fruto de um grande trabalho em equipe, em que ele atuava direcionando as pessoas com sua visão e, em alguns momentos, se envolvendo até nos pequenos detalhes.




6) Fomente uma cultura incomparável

A concorrência não consegue copiar a cultura – esse é um dos mantras gerenciais de Bezos. Para ele, a cultura organizacional é um ativo importantíssimo para garantir liderança nos mercados em que atua, replicando o “jeito Amazon” de fazer negócios. Alguns elementos importantes dessa cultura única estão na obsessão pelos clientes, a frugalidade na operação e a constante busca por inovações de todas as naturezas.


7) Coloque as pessoas certas para fazer as coisas certas

Com o crescimento do Facebook, Zuckerberg, com apenas 23 anos, teve que buscar uma pessoa que pudesse fazer melhor que ele algumas atividades importantes. Para ele, “alguém que é excepcional em sua função não é apenas um pouco melhor do que alguém que é muito bom. Ele é 100 vezes melhor”. Sandberg na época era vice-presidente de vendas online globais e operação no Google e foi pescado porque tinha a experiência necessária para transformar o negócio de publicidade do Facebook em algo realmente grande.


8) Mantenha o motor da inovação ligado

Jeff Bezos dizia que: ”minha visão é que não há momento ruim para inovar. Você deve inovar nos bons e maus momentos – e você deve fazer isso em coisas que o seu cliente valorize”. Essa é a postura dos inovadores: a busca constante por inovações para manter o negócio atualizado.


9) Tenha senso de urgência e execução

A “mentalidade hacker”, termo que Zuckerberg utilizou na carta aos acionistas no lançamento das ações, é um mantra da forma como ele as outras pessoas trabalham no Facebook. Mover-se rápido, com alta produtividade, e “quebrar” coisas resume a prática de trabalho desejada e tem sido fundamental para o sucesso da empresa.



10) Comunique a inovação

Normalmente, em sua apresentações de lançamento de novos produtos, Jobs escolhia um vilão para mostrar aos presentes que suas inovações eram os mocinhos. No iPhone, foram os smartphones com teclados fixos. No lançamento do iPad, o papel ficou por conta dos netbooks. Em cima das fragilidades dos concorrentes, ele apresentava seus diferenciais. Havia um cuidado muito grande para mostrar tudo de novo que os produtos e serviços traziam e fazer isso chegar aos ouvidos dos clientes o mais rapidamente possível.








Felipe Scherer é Mestre em Administração de Empresas pela UFRGS e sócio da Innoscience - Consultoria em Gestão da Inovação 








Publicado originalmente em https://endeavor.org.br/licoes-maiores-inovadores/