quinta-feira, 30 de abril de 2015

Nossa Homenagem aos Trabalhadores brasileiros

Só o trabalho constrói. 

Todo trabalho honesto dignifica, por mais humilde que seja. Quem faz do trabalho o seu maior prazer da vida, vê que só tem a lucrar, pois além de manter-se com orgulho e honestidade, não tem vontade nem tempo para a ociosidade, que quase sempre leva a maus hábitos.

O Dia do Trabalho é essencialmente importante, porque é nessa data que lembramos o esforço humano para modificar a natureza e explorá-la para o progresso da humanidade.
Todas as pessoas, cada uma na sua profissão, são igualmente necessárias. A comunidade depende tanto de engenheiros e médicos quanto de pedreiros, padeiros e agricultores.

No dia 1 de maio de 1886, em Chicago, grevistas entraram em choque com a polícia. Explodiu uma bomba e morreram quatro operários e sete policiais. Alguns líderes grevistas foram presos e executados no ano seguinte. Em junho de 1889, os socialistas reunidos em Paris, para fundar a II Internacional, aprovaram a resolução de consagrar o dia 1 de maio de todos os anos, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, em memória das vítimas de Chicago.

A iniciativa se propagou lentamente, a princípio encontrando resistência das autoridades, que perseguiam politicamente os manifestantes, mas aos poucos se consolidou. Hoje, sob a designação de DIA DO TRABALHO, são feitas comemorações em quase todos os países do mundo, com pequenas variantes quanto à data. 

No Brasil o DIA DO TRABALHO, porém, só foi institucionalizado com o Estado Novo, em 1938, e declarado feriado nacional pelo governo do marechal Eurico Gaspar Dutra, com a Lei n. 662, de 6 de abril de 1949.


Nada mais justo do que lembrar nesse dia de todos aqueles que com seu trabalho constroem algo de bom para o país e a sociedade, dentre eles os professores e colaboradores da Escola Paulista de Negócios.


Texto reproduzido de tribunauniao.com.br

terça-feira, 28 de abril de 2015

DIA DA EDUCAÇÃO: Em educação não há um fim, nem um ponto final

Para homenagear o Dia da Educação publicamos novamente o texto do Prof. Isaac Vitório, divulgado em 2011.



Buscar no tempo a busca para certas explicações é algo que de fato responde. Não seria a educação a estar fora de uma retrospectiva que esclarece o todo, ou parte dele, afinal o todo é impossível de ser contemplado.

Partindo do século XX como estudo, vemos em seu início a busca pelo letramento um tanto limitado. Até sua metade, concluir o ensino básico garantia um notório respeito em relação ao seu conhecimento. O número de pessoas que vão às universidades começa a crescer a partir de sua segunda metade e o mercado vai então dando preferência e vendo que já há um número significativo de pessoas com nível superior.

Seguindo a linha aqui traçada, as maiores universidades vão montando cursos e mestrado e, posteriormente, de doutorado, o que vai atrair professores de outras que ainda não os têm para fazerem esses cursos e isso vai tomando impulso.

Universidades brasileiras com número de professores mestres e doutores em escala progressiva. A exigência vai se tornando cada vez mais latente e as buscas por fazer os cursos de PhD seguem aumentando. Tudo isso como uma exigência de mercado da qual estamos inseridos, mas ainda com muito a ser melhorado, qualificado, conquistado.

Chegando no hoje, o PhD não é mas o encerramento, mas sim uma etapa a mais. A produção intelectual tem de ter incessante e inovadora, não basta a repetição, chega revisões bibliográficas. O hoje requer de ousadia de punhos e dinamismo nas produções: não há mais o ponto de chegada, mas sim pontos de chegada. Em educação não há um fim, nem um ponto final: a educação ela é a base do todo e ao mesmo tempo a construção por todo o sempre.

Isaac Vitório Correia Ferraz - Mestre em Ciências Sociais pela PUC-SP e Professor da Escola Paulista de Negócios 


segunda-feira, 27 de abril de 2015

Professores de Projetos avisam: o 14SIGP está chegando

De 09 a 11 de novembro de 2015, o PMI Capítulo São Paulo realizará o 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos (14SIGP). Trata-se de um dos mais importantes eventos do Brasil voltado à comunidade de Gerenciamento de Projetos.
O seminário que tem na sua organização nossa professor Mônica Mancini que nos alerta que “ao longo desses 03 dias serão apresentados artigos técnicos, workshops, painéis e palestras com os maiores nomes do cenário internacional e nacional”.
Acreditamos que o evento proporcionará uma excelente oportunidade para melhorar a capacitação em gerenciamento de projetos e incrementar o networking com atividades específicas. Além de ser uma grande oportunidade de entrar em contato com colegas praticantes e abrir novas oportunidades para você e sua organização.
Local: Centro Fecomércio de Eventos.

Para mais inofrmações: http://pmisp.org.br/seminario-14sigp

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Alunos de Gestão indicam:



O Congresso Six Sigma Brasil tem como objetivo compartilhar a inovação, promover os relacionamentos incorporando valor agregado através de palestras expositivas, cases de sucesso e técnicas inovadoras de gestão de projetos e processos. ë um evento totalmente dedicado à gestão pública e privada, que reúne forças do mercado para proporcionar às empresas e profissionais um ambiente ideal para desenvolver negócios, networking e intercambiar informações.
20 e 21 maio 2015

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Dia 21 de abril



É uma data em que se comemora (e em alguns casos se lamenta) fatos históricos que marcaram o país.  

Tiradentes é enforcado em 1792


Em 1960 é inaugurada Brasília, a nova capital


Falece Tancredo Neves, presidente do Brasil, em 1985

De toda forma, para nossos professores e alunos: 
BOM FERIADO

quarta-feira, 15 de abril de 2015

35 anos da morte de Sartre


Jean Paul Sartre, filósofo francês, faleceu em 15 de abril de 1980.

Em 1943, publicou O Ser e o Nada, sua obra filosófica mais conhecida, versão pessoal da filosofia existencialista de Heidegger. O ser humano existe como uma coisa (em si), mas também como uma consciência (para si), que sabe da existência das coisas, sem ser ela mesma uma em si com tais coisas, mas sua negação (o nada).

A consciência localiza o homem ante a possibilidade de escolher o que será. Esta é a condição da liberdade humana. Escolhendo sua ação, o homem se escolhe a si mesmo, mas não escolhe sua existência, que já lhe vem concedida e é requisito de sua escolha, daqui surge a famosa máxima existencialista: a existência precede a essência.


Sartre, foi ainda novelista e teatrólogo. De 1960 até 1971 a atenção de Sartre concentrou-se no preparo de um estudo em quatro volumes sobre o famoso escritor francês Gustave Flaubert. Foi premiado com o NOBEL de literatura de 1964, que desconsiderou.

Em seus últimos anos Sartre ficou cego e sua saúde declinou até seu falecimento. Seu funeral foi impressionante, estimada em 25.000 pessoas.




terça-feira, 14 de abril de 2015

120 anos de futebol no Brasil


Embora não se tenha muita certeza sobre os primórdios do futebol, historiadores descobriram vestígios dos jogos de bola em várias culturas antigas. Estes jogos de bola ainda não eram o futebol, pois não havia a definição de regras como há hoje, porém demonstram o interesse do homem por este tipo de esporte desde os tempos antigos.

Breve História do Futebol no Brasil

Nascido no bairro paulistano do Brás, Charles Miller viajou para Inglaterra aos nove anos de idade para estudar. Lá tomou contato com o futebol e, ao retornar ao Brasil em 1894, trouxe na bagagem a primeira bola de futebol e um conjunto de regras. Podemos considerar Charles Miller como sendo o precursor do futebol no Brasil.

O primeiro jogo de futebol no Brasil foi realizados em 14 de abril de 1895 entre funcionários de empresas inglesas que atuavam em São Paulo. Os funcionários também eram de origem inglesa. Este jogo foi entre FUNCIONÁRIOS DA COMPANHIA DE GÁS X CIA. FERROVIARIA SÃO PAULO RAILWAY.

No início, o futebol era praticado apenas por pessoas da elite, sendo vedada a participação de negros em times de futebol. O primeiro time a se formar no Brasil foi o SÃO PAULO ATHLETIC, fundado em 13 de maio de 1888.



quarta-feira, 1 de abril de 2015

Por que 1º de abril é o dia da mentira?


"Consta a lenda" que a brincadeira surgiu na França, no reinado de Carlos IX (1560-1574). Desde o começo do século XVI, o ano- novo era comemorado em 25 de março, com a chegada da primavera. As festas, que incluíam troca de presentes e animados bailes noite adentro, duravam uma semana, terminando em 1º de abril. Em 1562, porém, o papa Gregório XIII (1502-1585) instituiu um novo calendário para todo o mundo cristão - o chamado calendário gregoriano - em que o ano-novo caía em 1º de janeiro. O rei francês só seguiu o decreto papal dois anos depois, em 1564, e, mesmo assim, os franceses que resistiram à mudança, ou a ignoraram ou a esqueceram, mantiveram a comemoração na antiga data. Alguns gozadores começaram a ridicularizar esse apego enviando aos conservadores adeptos do calendário anterior - apelidados de "bobos de abril" - presentes estranhos e convites para festas inexistentes. Com o tempo, a galhofa firmou-se em todo o país, de onde, cerca de 200 anos depois, migrou para a Inglaterra e daí para o mundo.